Menu

sábado, 13 de agosto de 2011

Os pais da ficção...

Galera, a partir de amanhã, eu sou a nova colunista do Open Page!
Recebi o convite da fofa da Carol e obviamente aceitei! Eu já amava o blog a muito tempo, foi o primeiro  blog literário que conheci, agora amo ele  mais ainda, vai ter sempre um pedacinho meu infiltrado naquele sucesso que o blog é! Todo domingo vocês vão poder ver por lá um post de minha autoria, sobre livros e suas variedades! Estou tão animada! O primeiro post vai ao ar amanhã, todo temático: Pais. Querem conferir em primeira mão? Vejam! Não se esqueça de amanhã passar lá no Open Page e me dar uma forcinha! 

                                               Os maiores pais dos livros!

Arthur Wasley, ou senhor Weasley, é o pai dos ruivinhos mais amados dos livros: os sete irmãos Weasley Boa praça, todo mundo gosta dele, apaixonado por trouxas, colecionador de objetivos de não-bruxos, seu maior desafio é entendé-los,ele escolheu trabalhar na seção de Mau uso dos Artefatos dos trouxas no Ministério da Magia , que apesar de lhe permitir explorar esse mundo curioso não lhe remunera bem. Ao longo da série  família passa por dificuldades,  pois não conseguem manter o padrão luxuoso de vida de muitos bruxos e constantemente é alvo de piadinhas por causa de sua condição financeira. Mas quem disse que dinheiro é sinônimo de felicidade? Um bom pai é o que dá carinho não luxo, isso senhor Weasley nos prova. Mesmo com o orçamento apertado, mesmo sua família usando roupas, materiais de segunda mão ele e a mulher Molly, tentam sempre recompensá-los com muito amor, procurando dentro dos limites o melhor para seus filhos. Seu coração também não é nada pequeno, Harry entrou nele e nunca mais saiu. Na casa maluca da família , na toca, nunca falta confusão, objetos enfeitiçados, comida e o mais importante: aconchego. E é o que importa né gente?


Charlie Swan é o pai da Bella de crepúsculo. é um típico pai durão que no fundo só é assim parar proteger os filhos. O policial de poucas palavras se separou da mãe da filha quando ela ainda era bebê e depois disse só  a viu nas poucas vezes em que Bella fora passar uns dias em Forks. Até ela decidir ir morar com o pai, mesmo não tendo muita intimidade com ele. Charlie não admite mas lá, bem no fundo, sente uma pontinha de ciúmes de Edward, e mesmo não sabendo da verdadeira identidade do garoto, seus instintos  parternais lhe dizem que ele não é um simples namorado! Muita gente tem um Charlie como pai, que apesar de tudo, ama incondicionalmente o filho e está lá para todas as horas, ele já demonstrou isso, tentando ser um Pãe ( pai e mãe) e ter um "papinho" feminino frustrado com a Bella em Eclipse, para rir lendo e vendo! Não dá para falar de Charlie e não falar de Carlisle. O chefe da família Cullen e "pai" da segunda vida dos vampiros desse clã, apesar de sua condição, ele nunca a aceitou e passou séculos aperfeiçoando o hábito de só beber sangue animal e nunca humano. Foi ele salvou sua família, na maioria dos casos, da morte, transformando-os em vampiros. No fim não importa de que forma, seja de criação ou de sangue pai é sempre pai, concordam?

Agora é a vez de dois papais que tenho certeza que já arrancaram muitas lágrimas. Falo do pai do John e da Ronnie. Ambos de livros de Nicholas Sparks de Querido John e A última música, o autor famoso por nos fazer morrer de tanto suspirar e chorar com seus romances, criou não só belos amores mas belos pais também. Steve, pianista  compartilhou esse amor pela música durante muito tempo com a filha, Ronnie, tudo se desfez com seu divórcio e consequentemente a separação da família. Calmo, sereno, doce, ele demonstra seu amor pela filha no silêncio de seus gestos. Enquanto ela é incapaz de perdoar o pai,  de enxergar seu lado da história, sendo rebelde e estúpida, ele por sua vez está ao seu lado a todo momento, mesmo que ela não perceba, pronto para amá-la, perdoá-la entendê-la. O pai de John ( esqueci o nome) é até bem parecido com Steve, foi ele quem criou o filho, sozinho, se sacrificando a vida toda por ele. Sua paixão por moedas, de todas as épocas, tipos e países é que pôs tudo a perder, John tomou tamanha implicância por esse hobbi que passou a odiar o pai também, se divertindo em causar problemas e desgostos a aquele que tanto o ama. Homem simples e humilde seu pai  assim como Steve demonstra seu afeto por John em seu jeito retraído e tímido, provando que mesmo que o filho insista em não entender, ele sempre o amou e amará. para mim esses são os dois grandes pais da ficção. Chorei, sorri e refleti com eles. Em pensar que existem tantos pais como eles perdidos por aí, incompreendidos, maltrados mas que persistem em amar a aqueles que deram a vida, sendo a prova viva, que o amor tudo suporta e tudo perdoa, assim como há Ronnies e Johns que descobrem o valor de seus pais  tarde demais...


E como falar de pais sem mencionar os deuses do Olimpo de Percy Jackson? Zeus, Hefesto, Ares, Poisedon? Entre outros... Eles geniosos, cheios de rivalidades, defeitos, poderes e várias outras caracteríscas dos deuses antigos. Mas em outros quesitos  são tão humanos quanto qualquer um: tiveram filhos. Os chamados semi deuses, que apesar de não terem em sua maioria um bom relacionamento com seus progenitores carregam no sangue, uma herança: de lutas, poderes, inimigos.... carregam um destino de heroi.Eles são um  pedacinho perdido dos deuses na terra, cada filho é conectado ao pai, essa ligação sempre se pronuncia em maus e bons momentos,  em batalhas, e pode ser boa ou ruim, benção ou maldição. Apesar de serem mitos e não viverem com seus filhos os deuses não são poupados de eventuais situações porque passa um pai comum: vários conflitos com seus filhos, bons momentos e assim por diante. Torno a repetir, pai é pai, seja de coração, sangue, humano ou deus.

E por último mas não menos  importante,há aqueles pais que também marcam presença nas páginas de nossos livros, que apesar de tudo amam seus filhos imensamente, assim como os pais já citados. Como o príncipe Arthur Cristoff Phillipe Grimaldi Renaldo, pai da nossa antiga amiga, a cabeça dura da Mia, foi ele que teve o trabalho de a criar e de colocá-la em invejavel posição de princesa de Genovia. O pai da Sophie de Hex Hall, o chefe do conselho, que apesar de ausente, lhe mandou para Hecate Hall para protegê-la dos perigos do mundo que há fora dos domínios do internato, James Asheley, o pai da Anna de Anna e o beijo francês, um segundo Nicholas Sparks que a mandou para Paris ( lhe fazendo um grande favor, pois lá encontrou a gracinha do St CLair) há também Thiago Potter e suas contorvérsias, Lúcio Malfoy e sua maldade e nessa data temos de lembrar principalmente daqueles do qual devemos tudo, nossos pais de carne e osso. Se estamos aqui agora, nesse agradável sábado, tagarelando sobre livros é graças a eles. Então, nesse domingo, abrace seu pai e lhe diga o quanto o ama, como eu vou fazer, pois ele é o maior personagem entre todas as histórias: a sua!

2 comentários:

  1. Parabéns pela coluna no blog Open Page!!
    Tenho certeza que sua coluna será um sucesso lá, você tem muito talento!
    Adorei o post, todos super pais! Mesmo Lucio Malfoy, podia não ser uma boa pessoa, mas era com certeza um bom pai que amava o filho acima de tudo!
    Beijão!

    ResponderExcluir
  2. Oi td bem?
    Meu nome é Thais e sou dona do Blog De Olho na Banca, estou lhe mandando este recado para saber se você gostaria de fazer parceria comigo, eu te Linko no meu blog e você me Linka no seu?

    Me endereço do Blog:
    http://deolhonabanca.blogspot.com/

    Se você aceitar me manda um recadinho confirmando!!!


    Bjinhos...

    ResponderExcluir