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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Resenha: O diário de Suzana para Nicolas

O Diário de Suzana para NicolasAutor: James Patterson
Editora: Arqueiro
Ano: 2011
Classificação: (5/5) * favorito *
Onde comprar: Saraiva / Cultura


Sinopse: Depois de quase um ano juntos, o poeta Matt Harrison acaba de romper com Katie Wilkinson. A jovem editora, que não tinha qualquer dúvida quanto ao amor que os unia, não consegue entender como um relacionamento tão perfeito pôde acabar tão de repente. Mas tudo está prestes a ser explicado. No dia seguinte ao rompimento, Katie encontra um pacote deixado por Matt na porta de sua casa. Dentro dele, um pequeno volume encadernado traz na capa cinco palavras, escritas com uma caligrafia que ela não reconhece: “Diário de Suzana para Nicolas”. Ao folhear aquelas páginas, Katie logo descobre que Suzana é uma jovem médica que, depois de sofrer um infarto, decidiu deixar para trás a correria de Boston e se mudar para um chalé na pacata ilha de Martha’s Vineyard. Foi lá que conheceu Matt. E lá nasceu o filho deles, Nicolas. Por que Matt teria lhe deixado aquele diário? Agora, confusa e sofrendo pelo fim do relacionamento, é nas palavras de outra mulher que Katie buscará as respostas para sua vida. O diário de Suzana para Nicolas é uma história de amor que se constrói ao virar de cada página. Cada revelação é mais uma nuance sobre seus personagens. Cada descoberta é um fio a mais a ligar vidas que o destino entrelaçou.

Katie Wilkinson está devastada. Após quase um ano de pura felicidade ao lado de Matt Harrison ele terminou o relacionamento sem nenhuma explicação para isso. Um dia, em meio á sua dor e dúvidas, surge em sua porta um pacote de Matt que promete esclarecer tudo, se trata do diário escrito por Suzana, mulher de Matt, direcionado á Nicolas, o filho dos dois. Katie, embora indecisa, decide ler o caderninho. Então ela e o leitor vão conhecendo Suzana, uma médica mãe que escreve á seu filho recém nascido, contando  partes marcantes de sua vida, como descobriu o segredo da felicidade, como conhecera o pai dele, Matt, conta suas tristezas e principalmente suas alegrias, cada momento mágico que passa ao lado de seu filhinho e do amor de sua vida... Mas o que Katie e o leitor descobrem ao ler essas breves páginas é que O diário de Suzanna para Nicolas é bem mais que um simples diário,ele vem esclarecer todos os mistérios, assim como  mudar a vida de Katie e nossa ...

E é isso. O diário de Suzana para Nicolas é inesquecível. Vou contar porque. James Patterson, famoso por seus thrillers me surpreendeu. Ao entrar na pele de uma mulher, captou toda a essência da alma feminina, com Katie e principalmente com Suzana. Uma mãe apaixonada por seus dois homens, o filho e o marido, que narra apaixonadamente vários momentos. Foi impossível não me identificar com ela e com todos os outros personagens que são profundos, dotados de sentimentos,tocantes. São como eu e você, como sua vizinha, seu irmão, são reais e marcantes. 

O autor criou personagens maravilhosos, muito bem construídos. Eles são o ponto forte do livro, me apaixonei por cada um assim como pela trama, que é impecável, prende o leitor, faz com que ele se coloque na pele de Katie, Matt, Suzana, Nicolas torça, entenda, viva tudo com eles. Ainda há o suspense que se arrasta pela estória e é outro ponto positivo da estória além do romance e o drama que são igualmente bem inseridos na estória.

Eu vivo comentando por aí que amo livros que fazem da vida, do cotidiano, poesia, algo mágico e inexplicável. O diário de Suzana para Nicolas é assim. Seus poucos e curtos capítulos me encantaram e ensinaram muito. Com sua simplicidade, sua narrativa sentimentalista o livro me fez refletir sobre recomeços, sobre o que realmente vale a pena e importa na vida. Me ensinou a valorizar o hoje, cada momento e agradecer por tudo, por cada pessoa ao meu lado, por cada minuto. A vida é uma dádiva. Essa frasezinha martelou durante toda a leitura e ainda continua em meu coração. A vida é uma dádiva. Isso que O diário de Suzanna para Nicolas dentre tantas coisas vem nos dizer... Enfim, amei.

Nesse nício de ano,onde se fala em mudanças, felicidade, esperança, esse livro é uma ótima dica. Pois tudo isso há nele.Tomara que ele emocione a outros como me emocionou. Agradeço á editora Arqueiro por me ceder o livro que fecharia minhas leituras de 2011 com chave de ouro e me inspiraria a começar um 2012, novo, vivendo intensamente...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Resenha: A linguagem das flores

Autor: Vanessa Diffenbaug
Editora: Arqueiro
Ano: 2011
Onde comprar: Saraiva
Classificação: (4/5)

Sinopse:Victoria Jones sempre foi uma menina arredia, temperamental e carrancuda. Por causa de sua personalidade difícil, passou a vida sendo jogada de um abrigo para outro, de uma família para outra, até ser considerada inapta para adoção. Ainda criança, se apaixonou pelas flores e por suas mensagens secretas. Quem lhe ensinou tudo sobre o assunto foi Elizabeth, uma de suas mães adotivas, a única que a menina amou e com quem quis ficar... até pôr tudo a perder. Agora, aos 18 anos e emancipada, ela não tem para onde ir nem com quem contar. Sozinha, passa as noites numa praça pública, onde cultiva um pequeno jardim particular. Quando uma florista local lhe dá um emprego e descobre seu talento, a vida de Victoria parece prestes a entrar nos eixos. Mas então ela conhece um misterioso vendedor do mercado de flores e esse encontro a obriga a enfrentar os fantasmas que a assombram. Em seu livro de estreia, Vanessa Diffenbaugh cria uma heroína intensa e inesquecível. Misturando passado e presente num intricado quebra-cabeça, A linguagem das flores é essencialmente uma história de amor – entre mãe e filha, entre homem e mulher e, sobretudo, de amor-próprio. 


Victoria é uma orfã temperamental que nunca parou em nenhum lar adotivo.Na última tentativa de conseguir um lar, aos 10 anos ela é adotada por Elizabeth, uma mulher solitária que pouco a pouco vai conquistando seu amor e confiança. Enfim, ela decide ficar ao seu lado, morando em sua fazenda, cercada por uvas e flores, isso até cometer um  erro que mudaria sua vida. Com 18 anos, carregando uma enorme culpa, é emancipada. Longe dos abrigos ela tem de sobreviver sozinha. É quando consegue emprego em uma floricultura, onde com seu talento com as flores, tudo ensinado por Elizabeth, mais precisamente com a linguagem das flores faz toda a diferença. Um dia, enquanto trabalha, conhece um vendedor de flores, Grant e com ele as portas do passado começam a se abrir, amor, dor, perdão se misturam e ela começa a entender que tem de enfrentar seus fantasmas...


Doçura e uma terrível amargura me invadiram ao terminar A linguagem das flores. E não poderia ser diferente, essas sensações se arrastaram por toda a leitura desse livro extremamente dramático, forte. De partir o coração? Sim. Mas nada exagerado, digno de novelas mexicanas, chulo. Tudo na medida, livre de floreios, pura vida real e por isso, tão tocante, da primeira á última letra, fácil de se identificar. Acredito que no fundo, todos temos dentro de cada um de nós um pouco dos personagens, Victoria, Grant, Elizabeth, Renata. Cheios dilemas, dores, traumas, pessoas de carne e osso, com passados, histórias, com medos, sonhos.


Victoria é uma protagonista marcante. Me lembrou a Hilary de Caleidoscópio, uma de minhas personagens favoritas que tenho convicção, nunca esquecerei. Ambas órfãs, abandonadas á própria sorte, solitárias, que se acham incapazes de amar. A diferença é que Hilary precisava perdoar o mundo, aquele que lhe tirou os pais, as irmãs, a dignidade, o mundo que matou a criança inocente que um dia ela fora. Já Victoria  necessita do perdão, dos outros e de si mesma. Luta para se perdoar mas por vezes os fantasmas do passado vencem. É incrível como a culpa altera, abala seu psicológico e tem influência em seus atos. Victoria Jones, amor e ódio!  Por vezes me comovi com seu drama em outras  a odiei totalmente. Nenhum tipo de mocinha heroica, apenas, humana, falha, e acima de tudo, alguém que merece a felicidade. O difícil é ela fazer ela entender isso. Os capítulos se alternam entre o passado com Victoria vivendo com Elizabeth na fazenda e o presente, já com 18 anos. Isso contribui para que o leitor crie vínculos com a personagem, a entenda e vá compreendendo a estória, vá desvendando seus mistérios.


A linguagem das flores emana sensibilidade e realidade, fala da vida, dando ênfase nos recomeços, na capacidade de perdoar e ser perdoado. Bem escrito, simples, singelo, com poucos personagens, todos complexos, marcantes, indispensáveis. Ainda há a linguagem das flores que confere á estória uma delicadeza e um frescor sem igual. Meigo e profundo, o livro me conquistou, as pouco menos de 300 páginas  mexeram comigo, me fizeram refletir sobre vários temas, como o abandono e me trouxe lições: nunca é tarde para mudar, ninguém é ruim demais a ponto de não merecer o perdão e o amor, a vida é um eterno recomeço e principalmente provou a frase escrita na capa: " Qualquer pessoa pode ser transformar em algo belo." Leiam, lindo Sou suspeita para falar, pois amo livros do gênero mas leiam é lindo. É tudo que digo.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Resenha: Julieta

Meu amor por Julieta começou quando recebi "Água para elefantes" e junto com a embalagem havia um folheto de lançamentos da Arqueiro. Fascinação imediata! Acredita em amor a primeira vista? E quando se trata de livros? Fiquei encantada com a sinopse, com a capa, pela trama que transbordava história, romantismo e mistério. Feito por encomenda para mim! Passei a necessitar do livro mas não tinha com obter. Mas felizmente essa história não acabou em tragédia como a de Romeu e Julieta, assim que fechei parceria com a editora Arqueiro, gentilmente me mandaram o livro para resenha! Quase infartei de alegria quando vi o sedex em minha porta! Finalmente iria ler o livro!
                                   
Autor: Anne Fortier
Editora: Arqueiro
Ano: 2010
Onde comprar: Submarino / Saraiva
Classificação: (4/5)


SinopseJulie Jacobs e sua irmã gêmea, Janice, nasceram em Siena, na Itália, mas desde os 3 anos foram criadas nos Estados Unidos por sua tia-avó Rose, que as adotou depois de seus pais morrerem num acidente de carro. Passados mais de 20 anos, a morte de Rose transforma completamente a vida de Julie. Enquanto sua irmã herda a casa da tia, para ela restam apenas uma carta e uma revelação surpreendente: seu verdadeiro nome é Giulietta Tolomei. A carta diz que sua mãe havia descoberto um tesouro familiar, muito antigo e misterioso. Mesmo acreditando que sua busca será infrutífera, Julie parte para Siena. Seus temores se confirmam ao ver que tudo o que sua mãe deixou foram papéis velhos – um caderno com diversos esboços de uma única escultura, uma antiga edição de Romeu e Julieta e o velho diário de um famoso pintor italiano, Maestro Ambrogio. Mas logo ela descobre que a caça ao tesouro está apenas começando. O diário conta uma história trágica: há mais de 600 anos, dois jovens amantes, Giulietta Tolomei e Romeo Marescotti, morreram vítimas do ódio irreconciliável entre os Tolomei e os Salimbeni. Desde então, uma terrível maldição persegue essas duas famílias. E, levando-se em conta a linhagem e o nome de batismo de Julie, ela provavelmente é a próxima vítima. Tentando quebrar a maldição, ela começa a explorar a cidade e a se relacionar com os sienenses. À medida que se aproxima da verdade, sua vida corre cada vez mais perigo...


Nas páginas do livro encontramos duas histórias: Julie e Janice perderam os pais ao três anos em um acidente, depois disso elas abandonam a Itália para morar nos Eua com sua tia avó Rose. Mais de vinte anos se passam e a tia morre, a Janice, espevitada e malcriada ela deixa toda sua herança e a Julie apenas uma carta que lhe fala que seu verdadeiro nome é Giulietta Tolomei e de sua irmã Gianozza e que de alguma forma ela descende da Julieta de Shakespeare, a carta lhe conta sobre um tesouro de família perdido em Siena,sua terra natal e o desejo de sua mãe falecida era que ela fosse atrás desse tesouro. Mesmo desconfiada, confusa e revoltada por não ter ficado com nada e  com a certeza de que tudo era maluquice ela parte para a Itália. 

Lá ela conhece Eva Maria Salimbeni uma senhora simpática que lhe ajuda desde o primeiro momento e seu afilhado Alessandro, que cisma em implicá-la. Descobre que a família de Eva, a Salimbeni é  uma grande inimiga dos Tolomei desde a Idade Média e esse ódio mútuo pode não ter sido enterrado ainda. E por fim faz a maior descoberta: uma caixa de Diane, sua mãe, contendo várias versões de Romeu e Julieta, um crucifixo, esboços de um homem segurando uma mulher, e o diário de um famoso pintor do passado: Maestro Ambrogio, contando uma história trágica de 1340. Além desse tesouro perdido, esses documentos que parecem não ter nada a ver com ela e ainda Eva e seu afilhado ela começa a ser perseguida por um motociclista misterioso que a cada dia a apavora mais. Indo mais a fundo em sua busca Julie encaixa  as peças e vê que uma maldição possivelmente matou seus pais e que ela é a próxima vítima, mas como deter esse mal?

E também há a outra história, a da encantadora Siena de 1340, marcada pelas intrigas e rivalidades de famílias poderosas da época: Tolomei, Salimbeni, Marescotti, em meio a isso há a história de Giulietta Tolomei e Romeo Marescotti, acidentalmente eles se conhecem e logo não conseguem se imaginar longe um do outro mas seus planos apaixonados são atormentados por um tirano que insiste em separá-los: Mercer Salimbeni. O destino insiste em atrapalhar esse amor mas o que ninguém sabia era que as consequências disso afetaria séculos e séculos a seguir...

Anne Fortier teve a ideia audaciosa de recontar a história de Romeo e Julieta, dando toques de modernidade com uma narrativa dupla, ambientadas no passado e no passado. E não podia ter se saído melhor recontando a lenda! A história vista da sua maneira é mais lógica e real, esqueça Verona, é em Siena que tudo acontece, esqueça Montéquios e Capuletos, há na verdade três famílias envolvidas: Tolomei, Marescotti e Salimbeni, como também muitos elementos da cultura italiana como o palio, cencio, e as contradas. Mais que uma história romântica a parte de 1340 é um retrato da sociedade da época, que se calava ante aos poderosos, com assassinatos em massa, com mocinhas com sede de vingança e monges conciliadores. Para amantes de história como eu, esse é O livro. Fiquei em êxtase lendo, querendo uma máquina do tempo para me levar para aquela Itália sangrenta, obscura e ao mesmo tempo fascinante. Some ainda personagens marcantes, um Romeo meninão adolescente, dois pintores excêntricos, uma Giulietta terrivelmente fiel a seus ideais, um frei bondoso e você entenderá o clima do livro.

Se na parte do passado sobre tragédia, Julie e suas aventuras dão um tom de comédia romântica misturada com suspense a leitura. Equilíbrio perfeito. A começar pelas gêmeas: Julie é por vezes chatinha, com complexo de inferioriridade, bobinha, já Janice é engraçada, malvadinha na medida certa e impulsiva.  Dá para se gargalhar durante a leitura mas nem tanto. Um motoqueiro anônimo, a caixa de Diane e a maldição nos lembra que o mistério continua. E o que falar das reviravoltas? Nem Sherlock Holmes suporia algumas coisas. Chocante e genial: " Como não pensei nisso antes?"

Não há palavras para descrever como esse livro, pensando bem há sim: extraordinário. O enredo detalhista, os personagens, o suspense e o romantismo, tudo é perfeição. Gostei bem mais de Julieta do que de Água para elefantes, apesar das duas histórias ter sido inspiradas em fatos reais, o circo voador é um nada perto  das contradas... Quando um livro me faz rir, chorar, temer, querer que tudo seja diferente, quando uma leitura me impressiona tanto como Julieta, entra para os favoritos, apesar de ser ótimo livro não apreciei bem o final e a mania de querer que haja sempre um Romeo e uma Julieta, em ambas as partes. Mas leiam o livro gente, esse detalhe é apenas uma gota d´água no oceano de maravilhas que Julieta é. Assim como  a de Shakespeare a versão de Romeu e Julieta de Fortier é terrivelmente apaixonada, mas contém realidade. Só por isso já compensar ler o livro e se encantar.

Gostaram? Desculpem a resenha enorme, mais uma vez! Então se prepara que tem promoção do livro!!! 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Lançamentos Farol e Arqueiro

Olá pessoal! Hoje eu venho trazer para vocês os livros recém lançados e com previsão de lançamento para Agosto das editoras Dcl / Farol e Arqueiro.


1. Exodus: É 2100 e o mundo como conhecemos não existe mais. As cidades estão debaixo d’água e a civilização foi revertida a um estado primitivo. Em uma ilha isolada do norte, Mara, de apenas quinze anostem vontade de liderarseu povo em busca de um recomeço.

2. Gênio do mal: Outrora, o gênio da computação Cadel Piggott ia conquistar o mundo – agora ele está aos cuidados de Foster... O Axis Institute para a Dominação do Mundo foi para os ares, e seu aluno de ouro caiu no ostracismo. Mas quando um grupo chamado “Esquadrão dos Gênios” se aproxima dele para uma investigação secreta, Cadel não consegue negar, mesmo sabendo que o “Esquadrão dos Gênios” não é exatamente o que parece ser.

3. O monstrologista: Will Henry é assistente de um médico com uma especialidade incomum: a monstrologia, isto é, o estudo dos monstros. Ao receber em casa o cadáver de uma menina atrelado a um desses seres que se acreditava extinto, Will e o médico sairão à caça de outros antropófagos antes que seja tarde demais. O Monstrologista é o primeiro de uma eletrizante trilogia para aqueles com estômago forte! 

4. AsasQuando a mãe de Edward morre, sua tia o envia para um sinistro colégio reformatório, chamado Fundição. Lá, Edward começa a sentir uma misteriosa e perturbadora coceira nas costas. Além disso, tem a impressão de que, quando se irrita, torna-se capaz de mover objetos com o poder da mente. Após uma briga na biblioteca com Grude, um dos maiores encrenqueiros do colégio, os dois acabam como prisioneiros de Chicotada Scruggs, uma perversa criatura que parece conhecer o destino de Edward, ele é salvo pelo sr. Spines, estranho ser metade homem, metade porco-espinho. Spines revela a Edward que ele é um Guardião, responsável por conduzir e proteger as almas no Vinhedo, um mundo intermediário entre a vida e a morte. Assim, Edward descobre que tem uma missão: salvar sua mãe, prisioneira da maior força maligna do Vinhedo, o Chacal e seu exército de Guardiões decadentes, a quem irá combater com toda a sua energia.





1. A linguagem das flores: Victoria Jones sempre foi uma menina arredia, temperamental e carrancuda. Por causa de sua personalidade difícil, passou a vida sendo jogada de um abrigo para outro, de uma família para outra, até ser considerada inapta para adoção. Ainda criança, se apaixonou pelas flores e por suas mensagens secretas. Quem lhe ensinou tudo sobre o assunto foi Elizabeth, uma de suas mães adotivas, a única que a menina amou e com quem quis ficar... até pôr tudo a perder. Agora, aos 18 anos e emancipada, ela não tem para onde ir nem com quem contar. Sozinha, passa as noites numa praça pública, onde cultiva um pequeno jardim particular. Quando uma florista local lhe dá um emprego e descobre seu talento, a vida de Victoria parece prestes a entrar nos eixos. Mas então ela conhece um misterioso vendedor do mercado de flores e esse encontro a obriga a enfrentar os fantasmas que a assombram. Em seu livro de estreia, Vanessa Diffenbaugh cria uma heroína intensa e inesquecível. Misturando passado e presente num intricado quebra-cabeça, A linguagem das flores é essencialmente uma história de amor – entre mãe e filha, entre homem e mulher e, sobretudo, de amor-próprio.

2. Eu sei o que você está pensando: Uma carta perturbadora chega via correio com uma simples declaração ao final: "Veja como conheço seus segredos - apenas pense em um número." Errará quem pensar que uma carta dessas chega a seu destino final apenas por obra do acaso.
Para o detetive aposentado da polícia de homicídios da cidade de Nova York, Dave Gurney, que está formando uma nova vida ao lado de sua esposa Madeleine, as cartas começam a deixar de ser estranhas para se tornarem um complicado quebra-cabeça que levará a uma enorme investigação sobre assassinatos em série.
Trazido para o caso como consultor, Gurney em pouco tempo percebe pistas que a polícia local deixou passar. Ainda assim, diante de um oponente que parece ter o dom da clarividência, Gurney vê seus esforços irem em vão, seu casamento rumando a um precipício e, finalmente, um medo incontrolável de que seu adversário não pode ser parado.


3. A vida em tons cinza: 1941. A União Soviética anexa os países bálticos. Desde então, a história de horror vivida por aqueles povos raras vezes foi contada. Aos 15 anos, Lina Vilkas vê seu sonho de estudar artes e sua liberdade serem brutalmente ceifados. Filha de um professor universitário lituano, ela é deportada com a mãe e o irmão para um campo de trabalho forçado na Sibéria. Lá, passam fome, enfrentam doenças, são humilhados e violentados. Mas a família de Lina se mostra mais forte do que tudo isso. Sua mãe, que sabe falar russo, se revela uma grande líder, sempre demonstrando uma infinita compaixão por todos e conseguindo fazer com que as pessoas trabalhem em equipe. No entanto, aquele ainda não seria seu destino final. Mais tarde, Lina e sua família, assim como muitas outras pessoas com quem estabeleceram laços estreitos, são mandadas, literalmente, para o fim do mundo: um lugar perdido no Círculo Polar Ártico, onde o frio é implacável, a noite dura 180 dias e o amor e a esperança talvez não sejam suficientes para mantê-los vivos. 

Eu adorei os novos lançamentos, principalmente Exodus e A linguagem das flores que parecem ser ótimos! É esperar para ver!

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